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sábado, 6 de agosto de 2016

Gabriel Garcia Moreno, exemplo de homem católico. Dios no muere!



Houve uma aparição de Nossa Senhora a Madre Mariana, onde revelou sobre um político honesto que mudou o Equador na sua época. Trata-se de Gabriel Garcia Moreno (1821-1875).

Hoje 6 de agosto, 141 anos de sua morte.

Dia 16 de Janeiro de 1599, Nossa Senhora apareceu em Quito, capital equatoriana, e dentre outras coisas, disse:

“No século XIX haverá um presidente verdadeiramente cristão, varão de caráter, a quem Deus Nosso Senhor dará a palma do martírio na praça onde está este meu convento. Ele consagrará a República ao Divino Coração de meu Filho Santíssimo e esta consagração sustentará a Religião Católica nos anos posteriores, os quais serão aziagos para a Igreja"

As palavras da Virgem, reconhecidas pela Igreja, começaram a se cumprir em 1861, quando assumiu o poder Gabriel Garcia Moreno. Homem piedoso, inteligente e corajoso que correspondeu da melhor maneira possível com os seus deveres de estado.

Antes de assumir o poder, Moreno protagonizou corajosos enfrentamentos a governos ditatoriais, como por exemplo, o de Urbina (1856). Formador de opinião, usava de seu jornal para condenar abertamente os desmandos governamentais e principalmente a perseguição católica. Certa vez, sob o governo de Urbina, os jesuítas foram obrigados a deixar o país. Na solenidade de despedida, Moreno se aproximou do superior da, então, pia congregação e disse: “

– “Dentro de dez anos os senhores estarão de volta, e então nós cantaremos juntos o “Te Deum” na Catedral”.

Sua coragem lhe rendeu severas sanções, entre elas a de ser exilado na França. Nestas idas e vindas, Moreno melhorou consideravelmente sua vida espiritual e Deus foi lhe preparando para catolizar o país sulamericano. Alcançou o senado e logo depois, em uma revolta popular, assumiu o Equador. Antes, como senador, fez projetos de leis pedindo a extinção da maçonaria, sociedade secreta que defende princípios incompatíveis com uma nação católica.

Moreno, presidente, não se preocupava só com as questões materiais. Tal como pede a doutrina social da Igreja, este primava pela moralidade da nação e as consequências disto era uma República ordenada e avançada em todos os aspectos. Um dos atos de moralização foi a convocação dos redentoristas para uma grande Missão em todo Equador. Tempos depois deste pio empreendimento, as catedrais viviam lotadas, as procissões enchiam avenidas e os confessionários tinham grande movimento. Certa vez ,ele foi visto no final de uma grande fila de confessionário, mesmo sendo presidente da república. Questionado pelo sacerdote, refutou: “ Preciso dar exemplo para o meu povo”.

Como o ordenamento jurídico não permitia reeleição, ele ficou um período fora, porém, com grande aclamação popular, retornou em 1870. Os historiadores, inclusive ateus, afirmam que o crescimento do país foi gigantesco em seu governo. Foram construídas várias ferrovias, instituídas várias escolas e a população indígena teve especial proteção. Cumpria-se ali, a promessa divina que diz “ Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”.

A profecia da Virgem Maria continuou a se cumprir quando o presidente ordenou, por força de lei escrita a ouro, a consagração do Equador ao Sagrado Coração de Jesus. Os bispos equatoriano responderam prontamente e o ato se deu solenemente, com grande comoção popular.

Gabriel Garcia Moreno certa vez, incomodado com as palavras de um sacerdote, que havia dito que os governantes modernos não queriam carregar a cruz de Cristo, resolveu participar de uma longa procissão. Nesta procissão, ele fez questão de carregar a cruz, e sua eloquência era tão sobrenatural, que mesmo com uma chaga abertas nos ombros, ele foi até o fim.

Esta iniciativa do santo presidente foi o apse para a maçonaria que decretou a sua morte, confirmando a intenção em várias revistas e jornais maçônicos. No dia 6 de Agosto de 1874, numa primeira sexta do mês, Moreno foi a Missa pela manhã e após o almoço saiu para trabalhar. No caminho para o palácio, parou na Igreja de São Domingos para fazer alguns minutos de adoração ao Santíssimo Sacramento exposto. Quando saia da Igreja, foi cercado por um grupo de homens, onde um deles, lhe deferiu um golpe de machado na cabeça . Este foi arrastado para a praça pública, e ali recebeu outras machadadas, sob xingamentos de seus algozes. Um deles gritou: “Morre, hipócrita! Morre infame! Jesuíta com casaca! Morre, tirano!”. Antes de expirar, escreveu no solo, com o próprio sangue: Dios no muere (Deus não morre). Após as saída dos algozes, alguns fiéis levaram o seu corpo para dentro da Igreja, e diante do Santíssimo, ele perdoou os assassinos, recebeu a unção dos enfermos e voou para o céu. Hoje, mais de duzentos anos depois, o seu coração permanece intacto (2ª foto).

Alguns escritos de Garcia Moreno, encontrados em sua Imitação de Cristo, que estava em seu bolso no dia de sua morte:

“Toda manhã, ao fazer minhas orações, pedirei especialmente pela virtude da humildade.

“Todo dia assistirei à Missa, direi o Rosário e lerei, além de um capítulo da Imitação, esta regra e as instruções anexas.

“Tomarei o cuidado de manter-me tanto quanto possível na presença de Deus, especialmente na conversação, para que não diga palavras inúteis. Oferecerei constantemente meu coração a Deus, principalmente antes de iniciar qualquer ação” [...].

“Em meus aposentos, nunca rezar sentado quando puder fazê-lo ajoelhado ou de pé. Praticar pequenos atos diários de humildade, como beijar o chão, por exemplo. Desejar todos os tipos de humilhação, e, ao mesmo tempo, fazer para que não os mereça. Regozijar quando minhas ações ou minha pessoa são abusadas e censuradas.

“Farei um exame particular duas vezes por dia em meu exercício de diferentes virtudes, e um exame geral toda noite. Confessar-me-ei semanalmente.”
__________
Fonte: Facebook Missão Cristo Rei

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